Política de Privacidade
Como o Visitta trata os dados de quem usa o aplicativo e dos clientes visitados.
Atualizada em 06/08/2026
Quem responde pelos seus dados
O Visitta é um sistema contratado por empresas para acompanhar o trabalho das suas equipes de vendas externas. Isso significa que duas organizações diferentes aparecem nesta história, com responsabilidades diferentes.
- A empresa onde você trabalha é a controladora. É ela que decide usar o sistema, quais clientes você atende e o que fazer com os registros. Todo pedido sobre os seus dados — acesso, correção, eliminação — vai para ela.
- A TMARTINS SUPORTE EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA é a operadora. Ela desenvolve e mantém o sistema, e trata os dados exclusivamente seguindo as instruções da empresa contratante. Não decide o que é coletado nem usa os dados para finalidade própria.
O nome da sua empresa e o contato do encarregado de dados dela aparecem dentro do aplicativo, em Configurações. É por ali que você exerce os seus direitos.
O que é coletado
Durante o uso, o aplicativo coleta:
- Identificação: nome, e-mail e telefone cadastrados pelo empregador.
- Localização: a posição do aparelho no momento do check-in e do check-out em cada cliente visitado, junto com a precisão da leitura e a informação de se o sistema do aparelho acusou localização simulada.
- Fotos: imagens tiradas pela câmera do aplicativo para comprovar a visita.
- Registro de trabalho: visitas, observações, pedidos e assinatura do cliente atendido.
- Técnicos: horário do aparelho no momento do envio, usado para detectar divergência de relógio.
A localização é lida apenas no momento do check-in e do check-out. O aplicativo não rastreia a posição continuamente e não coleta nada com o aplicativo fechado.
Para que serve e com que base legal
Os dados são tratados para comprovar o atendimento aos clientes, registrar pedidos e permitir que a empresa acompanhe e audite a operação de vendas externas.
A base legal é a execução do contrato de trabalho e o legítimo interesse do empregador em verificar a prestação do serviço, nos termos do art. 7º da Lei 13.709/2018. Quem define essa finalidade é a empresa contratante, na condição de controladora. A coleta de localização é informada e depende de consentimento no aparelho, que pode ser revogado nas configurações do sistema — nesse caso, o check-in deixa de poder ser comprovado.
Quem tem acesso
Os dados são acessíveis à empresa onde você trabalha e à equipe de gestão dela. Cada vendedor enxerga apenas os próprios registros e a própria carteira de clientes; o supervisor enxerga a equipe sob sua responsabilidade.
Empresas contratantes diferentes não enxergam os dados umas das outras. A separação é feita no banco de dados, e não apenas nas telas: o sistema é construído de modo que uma consulta feita por uma empresa não alcance os registros de outra.
A infraestrutura é fornecida pela Supabase, que armazena os dados em servidores no Brasil. Não há compartilhamento com terceiros para publicidade nem venda de dados, e a TMARTINS SUPORTE EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA não comercializa nem analisa o conteúdo dos dados dos seus clientes.
Dados de quem contrata o sistema
Nas seções acima a TMARTINS SUPORTE EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA atua como operadora: trata dados por conta da empresa contratante, que decide o que é coletado. Nesta seção é diferente — aqui ela é controladora, porque os dados são de quem ainda está contratando, e a decisão de coletá-los é dela.
Ao preencher o formulário de contratação, são coletados razão social, CNPJ ou CPF, nome e e-mail de quem contrata, e o endereço IP de onde o formulário foi enviado. Os quatro primeiros existem para emitir a cobrança e criar o acesso — base legal é a execução do contrato (art. 7º, V). O IP existe apenas para limitar envios automatizados, com base no legítimo interesse (art. 7º, IX) em impedir que terceiros sejam cobrados indevidamente.
Esses dados são enviados ao Asaas (Asaas Gestão Financeira S.A.), o meio de pagamento, que emite a cobrança e informa quando ela é paga. É o único terceiro que recebe dados de contratação, e recebe apenas o necessário para cobrar. Nenhum dado dos vendedores ou dos clientes visitados passa por ele.
Os prazos são curtos e aplicados automaticamente: o IP é apagado em 7 dias; quem preencheu o formulário e não contratou tem o registro eliminado em 90 dias; quem contratou tem os dados desta etapa anonimizados em 90 dias, porque a partir daí eles vivem no cadastro da empresa. Para exercer qualquer direito sobre esses dados, escreva para atendimento@appvisitta.com.br.
Por quanto tempo fica guardado
Visitas, pedidos, fotos e assinaturas são mantidos por 5 anos, por constituírem registro comercial e fiscal da empresa contratante. O mesmo prazo vale para os dados de cadastro dos clientes visitados.
As cópias que ficam no aparelho do vendedor têm prazo menor: fotos e assinaturas são apagadas do celular assim que o servidor confirma o recebimento, e a lista de clientes é removida quando ele sai do aplicativo.
Encerrado o contrato entre a empresa e a TMARTINS SUPORTE EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA, os dados são devolvidos ou eliminados conforme a empresa determinar, ressalvado o que a lei obrigue a guardar.
Dados dos clientes visitados
O sistema também trata dados de pessoas que não usam o aplicativo: os clientes visitados pela equipe de vendas. São eles:
- Identificação e contato: nome ou razão social, CPF ou CNPJ, telefone e endereço completo, com as coordenadas usadas para montar a rota.
- Assinatura: a assinatura manuscrita coletada na tela do aparelho ao fechar um pedido, que comprova o aceite.
- Histórico comercial: as visitas recebidas e os pedidos feitos.
A base legal é a execução do contrato de compra e venda e o legítimo interesse da empresa contratante em manter o registro de suas operações comerciais, nos termos do art. 7º da Lei 13.709/2018. Esses dados não são usados para publicidade nem compartilhados com terceiros.
Como muitos clientes são pessoas físicas, microempreendedores ou autônomos que se cadastram com CPF, a Lei Geral de Proteção de Dados se aplica integralmente a eles. O cliente visitado deve dirigir seus pedidos à empresa que o atende, que é a controladora desses dados, observados os prazos legais de guarda de documento fiscal.
Seus direitos
O titular pode solicitar confirmação do tratamento, acesso, correção, portabilidade e eliminação dos dados, além de revogar o consentimento. Esses pedidos são dirigidos à empresa contratante, cujo encarregado está identificado dentro do aplicativo.
Exclusão de conta: disponível dentro do aplicativo, em Configurações. Ao solicitar, os dados que identificam a pessoa — nome, telefone e e-mail — são removidos e o acesso é encerrado imediatamente.
As visitas e os pedidos registrados não são apagados: eles são registro comercial e fiscal da empresa, com obrigação legal de guarda, e permanecem sem identificar quem os produziu. Essa exceção está prevista no art. 16 da Lei 13.709/2018.
Como os dados são protegidos
O acesso de cada pessoa é limitado no próprio banco de dados, e não apenas na interface. Senhas são armazenadas com algoritmo de hash e nunca em texto aberto. As credenciais de sessão ficam na área protegida do sistema operacional do celular. Fotos e assinaturas são guardadas em área privada, alcançável apenas por links temporários gerados para quem tem permissão.
Em caso de incidente de segurança que possa acarretar risco relevante, a TMARTINS SUPORTE EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA comunica a empresa contratante sem demora, e cabe a ela, como controladora, a comunicação à Autoridade Nacional de Proteção de Dados e aos titulares, nos termos do art. 48 da Lei 13.709/2018.
Como falar conosco
Sobre os seus dados — acesso, correção, eliminação — procure o encarregado da empresa onde você trabalha. O contato dele está no aplicativo, em Configurações.
Sobre o funcionamento do sistema, segurança ou incidentes, a operadora pode ser contatada em atendimento@appvisitta.com.br.
O titular também pode peticionar diretamente à Autoridade Nacional de Proteção de Dados.